Eu não sei que tipo de sociedade eu devo almejar, e todas essas coisas onde apenas a insanidade toca.

Falaram dos absurdos, dos medos, E, das carícias pelo silêncio, E, o Jazz inundando todos aqueles Corações no escuro.

Para todos os cantos que eu olho na minha cidade, cada cantinho por mais escondido que seja está infestado de corrupção, mas a guerra não está entre a corrupção e o povo, devia.

Não era azul, era vermelho, mas por questão de estética eu queria que fosse azul. Sabe por quê? Porque era vermelho de sangue, de dor e outras coisas assim. Doeu quando olhei, doeu sentir também, doeu ainda mais por não ter feito nada sobre.

Brasília que festeja quando perde direitos. Que muda de cor com as estações... Que faz aniversário rosada. Que às vezes dá bom dia, outras vezes não. Que acorda cedinho e também acorda ao meio dia. Brasília, Brasil-Ilha. Ilha de quadradinho com Mar Par

*Baseado em uma história real, um relato da autora/narradora/personagem/leitora da própria lembrança.

Disseram que talvez a Terra fosse meramente estilhaçada hoje. Disseram, mas ninguém parou nenhum segundo para respirar fundo, e agradecer. Ninguém olhou, ou quase ninguém, nos olhos de quem ama e disse “você foi a coisa mais linda que me aconteceu”.

Sobre coisas que acontecem no ônibus: Lá vai o senhor com apenas uma mão se equilibrando na escuridão, entre os burburinhos e as caras de nojo.

Aquela Brasília dentro do ônibus, aquele Crush de ônibus que não volta.

Flávio acordou às 8. Tomou um café aguado, frio e sem açúcar. Sentou-se com a postura mais-que-perfeita. Sentara. No desespero do calor que comandava seu cubículo, apartamento, começou mais um dia entre os tijolos de papeis.

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